Outro copo de vinho, mais um cigarro na mão,
Duas linhas escritas de um poema bobo.
Uma lembrança boa dançando na memória,
Um meio sorriso insistindo em aparecer...
Meio copo de vinho, o cigarro queimando,
E as lembranças chegam com vigor.
Um completo sorrir ao lembrar nossa história,
lindas linhas de um poema ebrio.
Um copo vazio e o gosto amargo do cigarro.
Gosto que lembra os lábios que me tiravam o chão.
Agora a fumaça leva tudo o que um dia foi lagrima
e me resta o cinzeiro de lembranças apagadas.

